segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Grandes Momentos Cinematográficos - Especial Darren Aronofsky

PI (1998)

Nota Ante-Cinema: 8/10

Seguindo a ordem cronológica de todo o trabalho realizado por Darren Aronofsky até ao momento, começamos por apresentar a sua primeira longa metragem: Pi.

Corria o ano de 1998 quando um jovem realizador começou a chamar a atenção do público. Com um registo muito pouco habitual na sua estética, Aronofsky revelou-se um visionário. Um realizador bastante inovador que não tinha medo de apresentar no seu cinema narrativas muito pouco convencionais. Foi isso mesmo que aconteceu com este Pi. Aronofsky deu-se a conhecer ao mundo do cinema, e depressa as atenções vieram ao de cima.

Max é um génio da matemática. Ele vive escondido do mundo sem praticamente nenhum contacto ou relacionamento com outras pessoas. Com constantes dores de cabeça, Max conseguiu construir um computador que lhe permitiu descobrir o número completo do Pi, fazendo assim com que ele compreendesse toda a existência da vida no planeta Terra, permitindo-lhe perceber que todos os eventos se repetiam após um determinado período de tempo.

Se Pi apresenta uma estética e uma narrativa muito estranha mas, ao mesmo tempo, envolvente, este permite-nos acima de tudo criar uma certa empatia com a personagem principal Max (interpretado por Sean Gullette). No entanto, não foi apenas um fenómeno na realização deste filme que surgiu. Com Darren Aronofsky, também o compositor Clint Mansell cresceu na Indústria, sendo um colaborador assíduo do realizador. E se esta dupla funciona tão bem, é porque Clint consegue dar aos filmes de Aronofsky todo o ambiente que é necessário implementar. Exemplo disso são as fantásticas bandas sonoras que tem criado junto de Aronofsky.

Assim sendo, são apresentados em baixo dois vídeos. O primeiro referente à cena que pretendemos destacar, onde podem notar todo o ambiente criado por Aronofsky, seja pelas fabulosas filmagens e imagens que nos oferece, seja pelo som de fundo que Clint Mansell proporciona ao espectador. Já o segundo vídeo trata-se dos créditos iniciais de Pi, outro dos grandes momentos do filme, que serve também para mostrar a excelente banda sonora de Mansell.

A CENA:


CRÉDITOS INICIAIS:


Ante-Cinema#

7 comentários:

O Cara da Locadora disse...

É um filme realmente excepcional, debutou muito bem no mundo dos longas metragens...

Ricardo disse...

gosto de Aronofsky, mas Pi nunca teve a sorte de me passar pela vista, não está à venda em portugal, pois não?

Filipe Machado disse...

Pi foi o último filme que vi do Aronosky e não me desiludiu em nada. É genial a todos os níveis! Um excelente começo de uma grande carreira...

Fernando Ribeiro disse...

O Cara da Locadora,

É um filme diferente e ganha muito com isso. Um grande início de carreira como diz o Filipe. :)

Abraço.


Ricardo,

Aconselho-te então a vê-lo. Acredita que vale muito a pena. Sinceramente nunca o vi à venda em Portugal. Após ter feito uma pesquisa no site da Fnac, o filme não está à venda. A solução passará pelo Amazon. :)

Abraço.


Filipe Machado,

Pi é mesmo muito bom. Fiquei muito surpreendido quando o vi. Como dizes, e bem, foi um excelente início de uma carreira que, por sinal, continua em grande.

Abraço.

Final Cut Edições disse...

Já vi esse DVD na locadora, mas nunca loquei... Valeu a dica...

Álvaro Martins disse...

Pi foi o segundo filme que vi do Aronofsky. Já foi dito tudo, é um filme excelente. Aliás, bem como os outros, principalmente o Requiem que é o melhor dele. O The Wrestler confirma o seu estatuto de génio, mas fica um pouco aquem de todos os outros.

Abraços

Fernando Ribeiro disse...

Final Cut Edições,

Aqui em Portugal nunca o vi à venda por acaso. É pena. Obrigado pelo teu comentário. :)

Abraço.


Álvaro Martins,

Concordo plenamente contigo. Requiem for a Dream é claramente o seu melhor filme. Quanto ao The Wrestler, não posso falar porque ainda não o vi.

Abraço.