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domingo, 12 de outubro de 2008

As Estrelas do Cinema de Animação - Parte 4


por Fernando Ribeiro

As personagens dos Looney Tunes tiveram um grande estatuto no mundo da animação. Tudo começou com Hugh Harman e Rudolf Ising que com o seu trabalho "Oswald the Rabbit", rejeitado anteriormente pela Universal Studios, criaram um projecto de animação de três minutos intitulado "Bosko the Talk-Ink Kid". Este chamou a atenção de Leon Schlesinger, que levou assim a ideia para a Warner Brothers. Mas rapidamente o nome foi mudado, passando assim de Bosko para Looney Tunes.

Mas é depois que surge o famoso Merrie Melodies, que havia sido criado inicialmente para servir de biblioteca musical à Warner Brothers. Neste ramo evidenciaram-se claramente duas estrelas que ganharam um protagonismo imediato: o Daffy Duck e o Porky Pig.

Em tempo de guerrilhas, foi bastante interessante a importância que o estúdio deu à segunda guerra mundial. Isto porque em plena guerra, a Warner dominava o mercado e aproveitou-se disso para criar personagens bastante vivas e com um grande protagonismo para influenciar a época. Foi o caso Willy E. Coyote e Road Runner. Mas esta foi também uma altura de bastante controvérsia dentro da Warner devido a esse mesmo facto. Começavam a ser abordados temas da segunda guerra (como podem ver em baixo no filme "Daffy - The Commando"), apresentavam referencias a japoneses, a chineses, ao povo alemão e ainda a alguns estereótipos raciais a afro americanos. Isto fez com que se despertassem atenções, acabando depois por chegarem ao seu próprio sucesso. Aliado a estes acontecimentos, também a Walt Disney quis experimentar esta fórmula de êxito. No filme “Der Fuehrer's Face” com o Pato Donald, essas mesmas referências à guerra sucederam-se. Este era bastante irónico e acabou por ter um grande sucesso, não só por essa mesma ironia mas porque fazia referências a um tema que na altura era bastante incómodo, estando a segunda guerra mundial ainda bem presente nas cabeças das pessoas.

Mas perante os Looney Toones, eis as personagens que marcam gerações: Bugs Bunny, Daffy Duck, Porky Pig, Willy E. Coyote, Road Runner, Tweety, Gato Silvestre, Elmer Fudd, Yosemite Sam, Speedy Gonzales e o Taz. De facto, os Looney Tunes têm uma quantidade de estrelas que superam qualquer “grupo” de cinema hoje em dia. Mas outro facto está em questão. Será que cada uma destas personagens bate Felix the Cat, Mickey Mouse ou até a própria Betty Boop? Uma coisa é certa, a Warner Brothers teve a capacidade e a feliz gestão de criar variadíssimas personagens que apaixonaram o público, onde estas absorviam diferentes personalidades, bem como sentimentalismos muito diferentes ao que estávamos habituados a ver até então.

A nível de prémios a Warner Brothers é bastante conhecida por já ter ganho variadíssimos prémios, incluindo Oscars. Igualmente como a Walt Disney, estes dois estúdios já possuem um historial bastante grande no que diz respeito a esse aspecto. Isto só vem então especificar a importância que personagens como estes Looney Tunes e outros atrás referidos, tiveram uma grande importância dentro do universo cinematográfico.

"DAFFY - THE COMMANDO":


Ante-Cinema#

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

As Estrelas do Cinema de Animação - Parte 3


BETTY BOOP

por Fernando Ribeiro

A personagem dotada de uma sensualidade exuberante, impressionou o público e levantou muitas questões dentro do género cinematográfico. Criada por Max Fleischer (o mesmo criador de Bimbo e Ko Ko), Betty Boop teve a sua primeira aparição em 1930 no filme "Dizzy Dishes". Inicialmente, com o seu aspecto mais “animal”, ela demonstrou uma faceta mais “atrevida” e rapidamente se tornou num ícone sexual pelo mundo inteiro. Posteriormente ao seu aspecto inicial, Betty foi melhorada visualmente, onde ganhou um toque mais humano e sensual, admirando um público que nunca tinha visto nada semelhante no cinema de animação. Contudo, a personagem viria a perder algum protagonismo depois da MPPDA (The Motion Pictures Producers and Distributors Association), ter posto em vigor um regulamento que afectou os filmes da Betty Boop. Foi-lhe censurada toda a sensualidade característico da própria criação, passando a ser uma mera dona de casa. Mais tarde juntou-se a ela Grampy, que lhe roubaria praticamente todo o protagonismo. Betty já não tinha a força e o estrelato que possuía antes. Usava mais roupa, e apenas se preocupava com as lidas da casa. No entanto, Betty Boop não marcou um estilo muito próprio dentro do cinema de animação, mas sim um dinamismo em termos de personagem, que basicamente nenhuma outra o tinha criado no mundo da animação até à altura. É de frisar a importância que ela pode ter tido não só para as mulheres, no que toca à identificação pessoal de cada uma com Betty, mas também para os homens, pois para eles, ela era algo que eles gostavam de apreciar, e onde sobretudo desejavam-na sexualmente. Sobre ela será então importante referenciar os seguintes aspectos: inicialmente tinha um objectivo diferente em relação àquilo que conhecemos dela actualmente, ou seja, não era propriamente bonita mas depois da aderência do publico, mais exactamente com os homens, quase tudo nela mudou. Depois, outro ponto a registar foi a forma como a animação entrou nas pessoas, mais propriamente nos adultos em si. Era de facto uma personagem que dizia claramente mais aos adultos, marcando assim uma geração que estava um pouco reprimida. Assumiu também um estatuto de estrela erótica, como ainda hoje é um pouco conhecida dentro da nossa sociedade.

"DIZZI DISHES":



Ante-Cinema#

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

As Estrelas do Cinema de Animação - Parte 2


por Fernando Ribeiro

O início do Mickey Mouse não foi nada fácil. Quando esta personagem animada surgiu, ninguém lhe dava grande importância. No entanto, o início de Mickey começou com algumas criações por parte de Walt Disney, que depois da sua criação Oswald ter falhado, começou a desenhar os primeiros esboços da sua nova criatura. Inicialmente, Disney queira chamar Mortimer ao agora conhecido Mickey Mouse. Mas a mulher de Disney não achou o nome muito bonito, afirmando que devia ser um nome bem mais fácil de memorizar, como nomes dados a cães de estimação por exemplo. Ela sugeriu então Mickey, e foi assim que ficou. O primeiro filme do Mickey foi em 1928, com "Plane Crazy" (ainda dentro do cinema mudo), mas mais uma vez, Disney não encontrou o sucesso junto dele. Ninguém achava nada de especial, e afirmavam que não trazia nada de novo. Foi então que surgiu algo: o som. Inicialmente exibido na época do mudo, "Plane Crazy" não teve qualquer impacto nesta altura, mudando o rumo dos acontecimentos na segunda versão do filme que incluía som. A junção de sons com as imagens exibidas em sintonia, fez com que tudo mudasse na vida do Mickey Mouse como na do seu criador Walt Disney. Se vissem primeiro este filme sem som, ele de facto não traria nada de novo, acabando mesmo por se tornar um pouco chato. O que se colocava em causa, era o facto de os desenhos serem genericamente algo que já tinha sido visto antes. A sintonia para com o público era quase nula, só que com o aparecimento do som tudo mudou. Tudo passou a ser divertido de ver. A palavra entretenimento ganhou uma nova forma no mundo do Mickey Mouse, e tinha então tudo para se assumir como uma nova estrela dentro do meio cinematográfico. Foi então que esta passagem para o estrelato rapidamente se desenvolveu. Mickey ganha total protagonismo no seu filme intitulado "Steamboat Willie" que surgiu também no ano de 1928, bem como novamente em "Plane Crazy" (desta vez com som). Mais uma vez o uso do som foi integrado nesta fita e o sucesso ficou assim lançado. A partir deste momento, Mickey torna-se num grande ícone, e uma personagem animada acarinhada por todos. A questão principal era a seguinte: até que ponto Mickey Mouse batia Felix the Cat em termos de animação bem como de filme? A resposta reside no facto de Mickey só ser o que é hoje graças ao som. Não houve tanto mérito próprio como houve para Messmer com Felix the Cat. Felix usava um determinado número de situações para chegar a uma solução, dando-lhe um estatuto muito mais criativo dentro deste conceito do cinema de animação. Já o Mickey Mouse aproveitou de certa forma uma inovação no cinema, para o lançar completamente, já que nunca teve a expressividade atrás referida quanto ao Felix the Cat. Esta característica é algo a que não podemos compará-los. Enquanto Felix usava os gestos e expressões para transmitir determinada ideia e acontecimento, já o Mickey Mouse apenas utilizava o som e todo aquele jogo de músicas para se transmitir a uma audiência. Claro que tem grande mérito por isso, mas acaba por não ser a mesma coisa que o Felix conseguiu obter anteriormente. No entanto, foram duas personagens que ganharam um nível de estrelato tal, que bateram sem sombra de dúvidas estrelas de carne e osso. Não deixa de ser um facto bastante curioso, sendo que se trata de estar a idealizar e a acarinhar duas personagens que não passam de uma animação.

STEAMBOAT WILLIE:


Ante-Cinema#

terça-feira, 9 de setembro de 2008

As Estrelas do Cinema de Animação - Parte I

FELIX THE CAT

por Fernando Ribeiro

Criado por Otto Messmer, esta personagem que surge dentro do cinema mudo, é a primeira a receber o estatuto de estrela dentro do meio cinematográfico. Originalmente, Felix the Cat surgiu em 1910 na revista "Feline Follies", mas rapidamente, Messmer tinha outros planos para esta caricata personagem. Joe Oriolo juntou-se assim a Messmar, e começaram os dois a trabalhar intensamente na personagem. Depois de todo o trabalho e esforço do seu criador em aperfeiçoá-lo, eis que o produtor John King baptiza este gato de Felix. Isto porque ele apreciava todo o contraste existente à volta dos termos felino e "felicity". Depois, ao fim de contas era um gato preto, e toda a gente associa um gato preto ao azar ou à má sorte, e isso era exactamente o oposto desta personagem. Felix the Cat era uma criatura que trazia sorte a todos os que estavam com problemas. Todo este contraste associado à palavra Felix, dava assim ao mesmo tempo, uma sintonia empolgante e caricata.
Sendo assim, Felix the Cat surge pela primeira vez no cinema em 1919 (ainda cinema mudo) no episódio chamado "Feline Follies". Mas o verdadeiro nome ainda não tinha surgido aqui. Só no seu filme posterior, "Musical News" é que o nome Felix apareceu, tendo apenas direito a usar esse nome num título dos seus filmes, apenas em "The Adventures of Felix". De anotar, que todos estes filmes surgiram no mesmo ano, ou seja, em 1919. O sucesso foi então tanto, bem como imediato, que em 1921, Pat Sullivan se associou a M. J. Wrinkler na distribuição pelo mundo inteiro de Felix the Cat. O sucesso estava então garantido e tinha tudo para ser uma estrela. E de facto foi o que aconteceu. Uma nova estrela chegou ao cinema, e acima de tudo, capaz de chegar ao ponto de superar estrelas da altura como Buster Keaton ou Charles Chaplin.Felix the Cat não chegou assim ao estrelato por mero acaso. Ele era realmente uma personagem bastante bem construída, e a sua animação possuía um grafismo e uma forma de transmitir as ideias e pensamentos, como nenhum filme hoje consegue transmitir. E isto é muito simples de explicar. Na era do cinema mudo, tudo funcionava à volta das expressões. Os filmes tinham que ser bastante expressivos para haver a sintonia com o público. Esta personagem, para além de usar de forma bastante criativa essa expressividade, é uma personagem simpática e que faz qualquer pessoa gostar dela. E é aqui na expressividade que reside a grande diferença em relação a todas as outras estrelas do cinema de animação. Não é à toa que o Mickey Mouse não tinha o carisma que tem agora, antes do surgimento do som. Foi completamente renegado na era do cinema mudo, sendo salvo pelo próprio aparecimento do som, que lhe deu assim o estatuto que ele ainda hoje tem junto de todos. Felix the Cat tem assim algo que os outros nunca conseguiram ter. O grau de expressividade nos seus filmes era tão grande, que só para especificar algumas ocasiões, num dos seus filmes quando Felix teve uma dúvida, surgiu um ponto de interrogação, e posteriormente, esse serviu como chave para abrir uma porta. Outro, por exemplo, foi quando no filme "Felix in Hollywood", na sua primeira tentativa de ir com o seu dono para Hollywood, este se tornou numa bengala para enganá-lo. Tudo isto faz com que a personagem seja bastante caricata e chame a atenção das pessoas.
Sendo chamado muitas vezes de Charles Chaplin (isto porque Chaplin também era bastante expressivo e também porque Felix o imitou em "Felix in Hollywood"), Felix the Cat foi considerado um grande astro do cinema, mais propriamente durante os anos 20. Foi então o grande pioneiro do estrelato em personagens no cinema de animação. Em baixo fica o filme de 1923 "Felix in Hollywood".



Ante-Cinema#

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Mas afinal onde anda "The Nightmare Before Christmas 3D"?

Esta é uma pergunta que já se coloca à muito tempo. Isto porque depois de diversas datas previstas, o que é certo é que este filme nesta nova tecnologia cinematográfica, ainda não estreou em Portugal. E agora coloca-se mais uma pergunta: Porquê? Será por haver salas insuficientes em Portugal que suportem 3D? Não deve ser por aí. Nós somos o segundo país com mais salas digitais na Europa (16 salas), graças ao grande investimento da Zon Lusomundo. Mas então será por acharem que este filme não deverá ter tantos espectadores, dado que já estreou à uns largos anos atrás (1993), e repô-lo nos cinemas não será uma boa opção? Também não parece. Mas então porque razão não estreia por cá?
São várias as dúvidas e questões que se colocam. O que não dá para entender, é a forma como detemos tantas salas digitais no país, e durante muito tempo não existem filmes especiais para essas mesmas salas. Esta semana estreou "Journey to the Center of the Earth", totalmente em 3D. Mas quando é que foi o último filme com esta tecnologia que esteve nos nossos cinemas? Pelas contas foi "U2 3D", que estreou em inícios de Abril deste ano. Estas salas digitais não servem apenas para o 3D. Elas permitem visualmente uma melhor definição, mas certamente que o grande impulsinador seja os filmes a 3 dimensões. Daí não se perceber, o facto de não aproveitarem a possibilidade que existe em exibir esta obra prima criada por Tim Burton. Os cartazes referentes a este filme estiveram por muito tempo nos cinemas Zon Lusomundo. Todos eles diziam "brevemente", sem se especificar uma data final. Ao que parece, esses posters desapareceram à muito tempo, e de "The Nightmare Before Christmas 3D", mais ninguém falou.
As esperanças quanto ao facto de ver-mos Jack e Sally uma vez mais nos cinemas parece manter-se distante. Contudo, nunca se sabe. E o Natal vem aí, "Journey to the Center of the Earth" vai sair dos cinemas durante o próximo mês, e tudo pode ser possível. Como se costuma dizer: "a esperança é sempre a última a morrer".

"And on a dark cold night, under full moonlight, he flies into the fog like a vulture in the sky!"



Ante-Cinema#

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Especial "Wall-E" - Parte II


ENTREVISTA AO REALIZADOR ANDREW STANTON:


Ante-Cinema#

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Especial "Wall-E" - Parte I

Nesta primeira parte deste especial, apresentamos uma entrevista feita ao realizador do filme Andrew Stanton, bem como mais à frente à pessoa responsável pela voz da personagem de Wall-E. De notar que essa pessoa é a mesma que desenvolveu a voz de R2-D2 da saga de "Star Wars", e que teve assim variadas referências para a voz deste pequeno e já "antiginho" robot.
No início da entrevista ao realizador ele afirma o processo de criação de Wall-E, realçando assim toda a essência da personagem, partindo da solidão até uma história de amor. A ideia em se fazer Wall-E surgiu por alturas de "Toy Story", ficando depois na gaveta por diversos anos. Ao fim desses vários anos, ela sai da gaveta e o resultado poderá ser visto já esta quinta-feira por todo o país. O vídeo em baixo apresentado é da autoria do sapo.pt. Amanhã não percam mais novidades.

PARA VEREM O VÍDEO CLIQUEM AQUI

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sábado, 9 de agosto de 2008

Toy "CAR" Story e mais...

Para os mais distraídos que geralmente não costumam ver os créditos finais de determinados filmes, o Ante-Cinema relembra aqui não só um dos grandes filmes da Pixar como é "Cars", como também um pequeno segmento dos créditos finais desse filme que é completamente hilariante, mesmo que por fim e ao cabo, as razões sejam um pouco uma mistura entre as tristes e as boas. Falo assim da homenagem que a Pixar se dedicou a fazer a Joe Ranft, protagonista que deu voz a variadíssimos filmes da Disney/Pixar e à homenagem aos primeiros êxitos da Pixar. Ranft deu a voz a personagens como Lenny the Binoculars de "Toy Story", Heimlich the Caterpillar de "A Bug's Life", Wheezy the Penguin de "Toy Story 2", Jacques the Shrimp e Phil, Tad's father de "Finding Nemo", etc. Tudo isto serviu ainda para referenciar filmes como "Toy Story", "Monsters, Inc." e "A Bug's Life", fazendo assim também uma espécie de celebração e referências aos primeiros êxitos do estúdio. A grande particularidade é que em vez de ver-mos Woody e companhia, vemos algumas das personagens desses filmes em formato de carros. Se ainda não viram dêem uma espreitadela.



Ante-Cinema#

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

E esta, hein?

Já alguma vez repararam na já mítica personagem Wall-E em outros filmes anteriores da Pixar? Pois bem, se a resposta é não, o Ante-Cinema mostra-vos aqui um pequeno vídeo onde podem observar que Wall-E, de facto, já andou por outras terras.
A Pixar costuma fazer bastante este tipo de coisas. Antes de, por exemplo, "Finding Nemo" estrear nas salas de cinema, já a personagem de Nemo tinha aparecido em "Monsters, Inc." , conforme conseguem observar no vídeo em baixo apresentado. Também existe um artigo bastante interessante sobre este tipo de acontecimentos no universo cinematográfico da Pixar Studios (cliquem AQUI para ler) . Ao longo dos vários filmes feitos até agora, todos ou quase todos detêm referências de outros filmes e até a personagens que ainda não teriam o seu filme concluído, que é o caso de Wall-E. Ao ver-mos este pequeno vídeo e ao ler-mos este artigo, deparamo-nos realmente com várias referências ao universo Pixar. Não hesitem e dêem uma espreitadela.


Ante-Cinema#

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Disney regressa às origens

Já está online o primeiro trailer oficial de "The Princess And The Frog". Este é o filme que vai marcar o regresso às origens da Disney, uma vez que é realizado a partir de desenho animado feito à antiga, ou seja, à mão. Os eternos fãs da animação tradicional terão a oportunidade de voltar a reviver aqueles gloriosos tempos em que a Disney nos trouxe, por exemplo, grande êxitos como "A Bela e o Monstro", "A Branca de Neve e os Sete Anões", "O Rei Leão", etc. Finalmente um filme sem qualquer tipo de CGI, o que permite um outro estilo que tão bem fomos habituados por diversos e diversos anos. "The Princess And The Frog", estreia por alturas do natal do próximo ano, e quem sabe, se não poderá existir aqui um valente aviso, caso este filme se torne num grande sucesso de bilheteira? O trailer em baixo.



Ante-Cinema#

sexta-feira, 21 de março de 2008

"Nightmare Before Christmas 3D" em Abril

Já aqui no Ante-Cinema foi falado de "Nightmare Before Christmas 3D". Pois bem, se no post anterior havia dúvidas quanto à sua estreia em Portugal, após uma pesquisa mais profunda sobre esta tema, foi possível descobrir que o filme está agendado para estrear no dia 24 de Abril. Este dia, se tudo correr bem, acaba assim por prometer bastante, depois da notícia de que "Blade Runner" também voltará a ser exibido nos nossos cinemas nesta mesma data. Vamos esperar assim ansiosos pela nova experiência com o mundo de Tim Burton, desta vez em 3D.

Ante-Cinema#